sábado, 11 de junho de 2011

Celibato.

 Uma das grandes discussões do mundo é a manutenção do celibato entre os pastores da Igreja Católica. Em um mundo que infelizmente só enxerga problemas ao invés de maravilhas e soluções, a opção de muitos em  manterem-se castos  ofende ao materialismo humano. A super exposição da sexualidade e de outras características humanas, jogam por terra toda a construção do Reino de DEUS renegando assim sua Palavra e o sacrifício de Jesus. A Igreja de Cristo, em nenhum momento priva a relação sexual à seus pastores por ser um ato pecaminoso, mas por entender que o sexo em si é um ato tão sublime e especial. Lembrando o Livro do Gênesis, quando DEUS pede a Caim e a Abel que façam-lhe  uma oferta, Caim oferece ao Senhor,  o que não era  mais útil. Abel por outro lado, oferta ao Criador o melhor de seus rendimentos, aquilo que significava muito para ele como homem. Do mesmo modo o sacerdote (ou freira) oferece sua castidade, sua obediência e sua pobreza. Não para agrado da Instituição Igreja, mas para a glorificação da Santíssima trindade.  Em troca o Senhor entrega ao religioso uma comunidade com muitas mães, muitos pais, irmãos e filhos. 
  O que mais importa ao Supremo Senhor, é que em cada vocação possamos oferecer à ELE, pelos irmãos(Igreja), o nosso melhor. Aquilo que enquanto matéria nós valorizamos.   Realmente  é difícil resistir ao desejo do corpo , mas é muito prazeroso quando conseguimos realizar o que é mais complicado, que parece impossível. Devemos independente da vocação, valorizar e glorificar o nosso ser ao Senhor, pois somos templo de seu espírito e sabemos que o maligno utilizará dos nossos valores para nos confundir e nos afastar do Pai.
   Vamos valorizar sim, a nossa vida enquanto comunidade fraterna e abandonar os hábitos egocentristas que ofendem  a Deus, a nós e as pessoas que mais amamos. Tomando isto como fundamento vamos entender melhor que o celibato não é uma proibição, mas uma oferta de amor ao Pai  e a nós irmãos.